Ocupação Ray-Ban recebe Óticas Kika e convidados paulistas para show exclusivo.

A Ray-Ban ocupou o Prédio Sé no centro de São Paulo com obras de arte entre os dias 10 e 19 de maio com o tema #proudtobelong. A ideia é a busca pelo pertencimento através de sentimentos, considerados por eles, essenciais: vulnerabilidade e empatia, paixão e alegria, confiança e orgulho.

Prédio da Sé no centro de São Paulo decorado para a Ocupação Ray-Ban. Foto: Aline Lopes

30 artistas tiveram a oportunidade de expor suas obras na ocupação como Luis Bueno, Flávia Junqueira, Alê Jodão e seus neons e Anne Galante, tricoteira que confecciona vestimentas coloridas com agulhas gigantes. Para agitar as noites no prédio, alguns DJs paulistas formaram o line-up do evento que era aberto ao público.

Foto: Aline Lopes

No dia 14 de maio, a ocupação recebeu apenas convidados. Além da Óticas Kika, funcionários da Luxottica e algumas óticas de São Paulo puderam explorar o espaço e assistir a um show exclusivo de Dinho Ouro Preto, para cerca de 40 pessoas.

DInho Ouro Preto em show exclusivo para convidados da Luxottica. Foto: Aline Lopes

Das 18h às 20h os convidados visitaram as instalações e logo em seguida o presidente da Luxottica, o italiano Alessandro Zanardo, fez um breve discurso contando sobre a Ocupação Ray-Ban e contou que essa é a campanha com maior investimento mundial da marca em 2019.

Marcello Padilha e Aline Lopes foram representantes da Óticas Kika no evento. Aline conta que , para ela, o mais legal da ocupação é o artista poder expor sua arte com liberdade.

Além da obra de Bueno, Aline conta que o trabalho com palavras em luz de led de Alê Jordão também era muito interessante. Para atingir o objetivo preterido pelo artista era necessário que os visitantes utilizassem os óculos Ray-Ban disponibilizados no espaço.

A ocupação buscou provocar nos visitantes os sentimentos que a marca busca disseminar em suas coleções e Aline conta que ficou impressionada com a iniciativa da Ray-Ban: “Fiquei impressionada com a vontade deles de produzir um trabalho tão diferente. Eles investiram alto numa campanha que saiu do habitual, com algo que fizesse mais sentido.” A supervisora geral da Óticas Kika afirma que a ocupação Ray-Ban expandiu seus olhares: “ver uma grande marca pensando em fazer algo a mais, pensando em trazer conteúdo para a campanha e não apenas venda para o público que os interessa” ela completa ainda que saiu de lá confiante de que é preciso fazer aquilo que nos dá orgulho e prazer: “Fazer o que nos motiva, que tenha um propósito um sentido pra nossa vida.”

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